domingo, 24 de junho de 2012


Naquela pequena e ao mesmo tempo grande noite, encontrava-me ali rodeada pelos meus amigos favoritos, e o sentimento que permanecia dentro de mim, foi o mesmo durante toda aquela escuridão e daquele som máximo de todas as colunas lá perto. Só ali é que notei o buraco tão grande que tu deixas em mim, todo aquele espaço que eu sei perfeitamente que tinha que ser preenchido por ti. Olhava para um dos lados e apenas via as mãos dadas de desconhecidos, ou até dos meus melhores amigos. Não sei... Sinceramente doeu. Doeu e ferrei-me mesmo para tentar conter as lágrimas desarmadas que necessitavam de sair. Deixei de pensar, e percebi o porquê de não estares ali. O teu feitio, a tua fadiga... Tudo. Acumulaste tudo e eu entendo-te, talvez também agiria assim se me acontecesse o mesmo. Mas meu anjo, a vida é mesmo assim. Não podemos ganhar sempre, como o caso. Nem todos os jogos são iguais, nem sempre podemos ter aquilo que queremos. Fizeste-me tanta falta naquela noite, porque se te tivesse só a ti, não precisaria de muito mais. Apertou. Quando os foguetes começaram pedi um desejo, e desejei mesmo que ele se concretizasse, e não tenho dúvidas que vá concretizar-se.

12 comentários:

catarina disse...

vai brilhar amor, tu mereces mesmo que ele brilhe para ti

Ana Margarida disse...

Tens uma escrita sempre tão pura.

humana inconsciente disse...

vai tudo correr bem amor

Ana Margarida disse...

A sério que sim!

Sroul. disse...

Obrigada <3

Sofia Duarte disse...

É mesmo isso! É o facto de ser passageira e a longa distância. Nunca pensei que um simples beijo me deixasse tão dependente de uma pessoa :/

Cath disse...

muito obrigada :)

Inês disse...

Lovely!

Joana Santos disse...

que texto lindo!
acredita em ti, acredita que isso se vai realizar!
vou seguir *

catarina disse...

ainda bem que alguém muito especial, me ensinou a nunca desistir :)

Joana Santos disse...

obrigado eu!

Inês disse...

Vê lá se já consegues*